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Portuñolando un cadito!

23 de jan de 2012

Yo tentei, TENTEI ficar longe de doenças e parar de hablar de dietas e alimentação durante mis férias en Chile. 

Pero el destino me lembrou que tengo una reputação a zelar, leitores a entreter e um blog pra encher.

Marque la opción correcta:
Primeira compra de ite girl em solo chileno foi:
(a) dose de pisco souer
(b) jornal local
(c) remédio

- Oye, tengo aquí una pílula (entrego a caixinha vazia da minha), podría ver si tú tienes la misma fórmula? Es brasileña.
- Pílula brasileña! (batucando com a caixinha no balcão) Ella venió sambando!
- (sorriso amarelo) Ahm. Sí. Y o ella samba o ella tiene hijos. Entiendes? No puede hacer los dos. Por eso necesito la pilula!

***
Complete las lacunas:
Ite girl embarcou em um avião para o Chile muito ________, afinal, estava com _________ na _________ e __________ no _________.
a)     Temerosa/ muambas/mala/drogas ilegais/sapato
b)     Revoltada/horário/depiladora/não foi/dia
c)     Doente/ dor/garganta/vírus e dores/corpo

Cheguei aquí tomando una bateria de corticóide por causa de una rinite deflagrada por una gripe que, desconfio yo, peguei en la oficina em mi última semana. E ella custa MUCHO a ir embora porque los días anteriores aos da viagem/entrega do apê (saí do apê, sim, buá, agora move on bitch) fueron super corridos e SÍ - yo descambé totalmente en la dieta. Tendinite también está atacadíssima, gracias. Como é de costume ficar no invierno ou em épocas de frio prolongado. Como aqui hace 30 graus de dia e 14 à noite, mi tornozelo acha, toda madrugada, que el invierno llegó. E PÁ! El inflama.

Además, cuando yo tomo corticoide, la fascite plantar grita. Mas PELO MENOS tive o buen senso de, um mês antes de la viagem, retomar a pílula. Senão el circo estaria armado. É que después que desenvolvi enxaqueca, mis cólicas passaram a tirar mais a minha dignidad do que las noches de porre. Ou seja, dia de chico era dia de quedarse jugada en el piso del baño com la cabeza pra dentro de la privada vomitando tudo que no tivesse preso al cuerpo e vociferando de dor para los germens habitantes de la louça. Engraçado que, quem tem enxaqueca, no puede tomar pílula. Míra el impasse. Cosas da nossa medicina. Que nem a bombinha de asma que me mofa la garganta. Mas desse cálice no beberé jamás! Me quedo cega de nuevo pero no aborto mais minhas trompas. Nan-ahm!

 ***

(Por aqui está todo super, dois dias e já me acostumbré al vino durante las refeições e ao banho de bañeira todos los días - vasta maioria das casas tienen bañeira aquí - yá entendi la lógica del metro - con mucha ayuda de mi anfitriã - almocei na casa de su adorável família chilena - hablan muy rápido - e constatei como mi espanhol ficou macarrônico. Nessa segunda-feira empieza el curso na Universidad Mayor e farei un examen de nivelamiento. Vamos a ver se está macarrônico mismo ou se rende um ravioli. Buenas)
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Bitch, please... Todos los días son días de hablar el Portuñol!

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Porque tem itepeople que é gente que faz. Sexo.

17 de jan de 2012


Reportagem no NYT que ganhou o Pullitzer de 2011.

A repórter fala blá blá blá, casal de jovens que sofre da Síndrome de Asperger, um tipo de autismo, se apaixonou e surpreendentemente vive um relacionamento como o de outros jovens. A Síndrome é caracterizada por PROBLEMAS DE SOCIALIZAÇÃO.

Aí a itegirl-autista gatinha de APENAS 20 ANOS me chega e me fala:

- Já estive em QUATRO relacionamentos até agora, um deles bem BREVE e CASUAL, então ESSE eu não conto como namoro mas estive em outros DOIS LONGOS com pessoas não autistas [...]. Aí conheci Jack e estamos juntos agora há DOIS ANOS [...]

Taí uma itegirl que faz. Literalmente. E samba na cara do NYT. E na sua.

('Gulp' e engole seco a farofa sem glúten).

Quê?! Acho ótimo... Também tenho... tipo, vários... relacionamentos... com pessoas. Tipo. Não autistas. Tá? Que nem ela... Não, não que nem ela. Eu não. Eu não tenho autismo.

Digo.

Tenho?

Oi?

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Que...?

O pior médico do mundo e o pior mês da minha vida

11 de jan de 2012

Olha, eu acho antiética essa coisa de falar mal de médico. Ainda mais na internet. Mas esse é um caso à parte – os moralistas que me desculpem. O cara é um irresponsável, insensível. E já aprontou duas vezes comigo. Então falo mesmo. Até para alertar as pessoas.
Dr. Google é o nome dele.
Dr. Google já me deu duas sentenças de morte.
Ambas lentas, dolorosas...
E ERRADAS!

A esclerosa múltipla
Há cerca de duas semanas eu sofria de espasmos musculares e formigamentos pelo corpo inteiro. Os lugares mais insuspeitos tremelicavam. Além disso, uma fraqueza absurda tomava conta do meu braço em diversas horas do dia, e se eu tentava estica-lo segurando alguma coisa, um copo que fosse, era um show de Parkinson. Os sintomas vinham piorando e eu suspeitava que fosse neurológico. Finalmente, num sábado qualquer, estava eu aborrecida quando PERDI A VISÃO. Primeiro foi a visão periférica e depois a noção do que eu via como um todo. Como se meu cérebro não estivesse mais decodificando as imagens, apenas as partes em que eu focava. O resto era confusão. Para completar, estrelinhas brilhantes "choviam" por trás dos meus olhos e ondinhas parecidas com as de água no parabrisa se espalhavam por todo meu campo visual. Pronto. A realidade tinha se transformado em um clipe ruim da MTV sintonizada em UHF.
“Então é assim”, pensei. “Acabou. Estou morrendo. Vou sentir falta disso aqui”
Meu ascendente em Virgem, completamente histérico, interrompeu meu choro silencioso e gritou “Se você tá morrendo, bitch, VAI TOMAR BANHO!”. Pulei da cama. Virgem tinha razão. Afinal, ninguém quer causar uma péssima primeira impressão na enfermeira que pode vir a cuidar de você nos próximos 5 anos em que estiver em coma. E Deus sabe que dar entrada numa emergência com a mesma calcinha de 28 horas atrás não cativa ninguém.
Meia hora depois (sim, eu tomei banho praticamente cega), os sintomas desapareceram... mas retornaram no dia seguinte. Durante o debate Dilma X Serra. Alguma ironia do Serra começou a me dar nos nervos e a cara dele começou a deformar.
“Então é isso”, pensei. “Acabou. Estou morrendo. Vou sentir falta disso aqui”
Fiquei no quarto escuro e tentei manter a calma. Comecei a sentir dor de cabeça. Virgem gritou de novo. "Se você tá morrendo, bitch, que pelo menos saiba do quê!". Recorri ao Dr. Google. Joguei os sintomas num daqueles "symptons checkers" e as primeiras ocorrências eram cefaléia (duh!), glaucoma (com tremedeiras no corpo? Really?) e descolamento de retina (não, não levei nenhuma bolada recentemente no recreio). Sobraram, então, os três cavaleiros do apocalipse:
Aneurisma, esclerose múltipla e tumor.
Dr. Google disse que dos três, o que mais encaixava com meu quadro era esclerose múltipla, aquela doença horrorosa incurável que vai atrofiando o corpo até matar. Aparece a partir dos 20 anos, maior incidência em mulheres brancas, não era hereditária, primeiros sintomas são formigamento e fraqueza muscular seguido de alterações visuais e auditivas, ou seja, Dr. Google sambava na minha cara com evidência atrás de evidência.
“Então é isso”, pensei. “Acabou. Estou morrendo. Vou sentir falta disso aqui”
Fui ao primeiro neurologista disponível, desses de que te atendem em 5 minutos. Contei dos sintomas, ele martelou todas as minhas articulações e disse que aparentemente estava tudo normal, mas que precisaria de uma ressonância pra saber o que estava acontecendo. Perguntei da Esclerose. Ele disse que achava improvável. Mas na guia da Ressonância Magnética, na parte de "Justificativa", ela estava lá!
"Suspeita de E.M."
- (olhando nos meus olhos pela primeira vez) Não fica assustada com esse E.M. aí não. É que o plano não libera o exame a menos que tenha uma indicação grave.
- Mas o Dr. Google também diss-
- Minha filha, não fica pesquisando doença no Google. Você é jornalista, né? Tenho um monte de paciente jornalista. Tudo com problema de stress. Ganha pouco, trabalha muito, o cérebro colapsa.

O angioma venoso
Reza a lenda que meu pai chegou em casa pálido com o laudo da Ressonância e, sob a direção do Jayme Monjardim, olhou para a minha mãe, fez uma pausa e disse:
- Deu uma coisa.
Eles abriram e estava lá, no meio de 42 imagens do meu cérebro, a indicação de um angioma venoso. Minha mãe recorreu ao Dr. Google para saber o que era aquilo e as notícias não eram boas.

Clica porque é óbvio que você não vai enxergar daí.

Me telefonou.
- Olha, não fica nervosa. Mas deu uma coisa no seu exame.
- O quê?
- Um angioma venoso. Parece que não se opera. Seu pai já marcou consulta com o médico indicado pelo Niemeyer. Não olha na internet pra não ficar nervosa!
Mas ninguém ia me impedir de ouvir a verdade do Dr. Google! E quando eu o fiz... era sério. E pior, fazia sentido! As vezes em que havia perdido a visão e estrelinhas choveram por trás dos meus olhos era o angioma sangrando! O prognóstico era péssimo. Ele era inoperável pelos riscos que envolvia - geralmente o paciente convivia com ele, rezando para ele não sangrasse e evitando esportes radicais, ficar de cabeça para baixo e andar de montanha-russa, ou então arriscava operar sabendo que poderia acordar com as habilidades motoras ou da fala comprometidas.
“Então é isso”, pensei. “Estou morrendo. Acabou. E nem à Disney mais vou poder ir.”
Chorava todas as noites achando que não iria acordar. Abri um doc de Word para dizer para quem iria cada coisa minha. Livros, determinadas peças de roupa, lembranças de infância, CDs. Estava aceitando meu destino. Meus pais não demonstravam, mas depois me diriam que estavam em absoluto pânico.
Foram os dias mais longos da minha vida (mas viriam outros, afinal, itegirl que é itegirl passa por situações de pseudo-quase-morte pelo menos uma vez ao ano).

Dr. Google X Dr. do governador
Chegou o dia da minha consulta com o médico que fazia a triagem para o Niemeyer, já que este não atende mais pessoas, apenas as opera. Itepeople conhece alguns especialistas de nome e esse neurocirurgião é um deles. Atestado Dig Din Sou Foda, o cara é o mais famoso do Brasil. E lá foi a família de classe média levar a camponesa do nobre coração para o médico cuja consulta custava um salário mínimo.
Era um vovô de mais de 70 anos que, mais tarde, fui descobrir que era o médico do Sérgio Cabral.
Contei meus sintomas e antes que eu terminasse, ele profetizou:
- Enxaqueca.
- (Ele TEM QUE estar de sacanagem! Ele acha que eu não saberia se fosse enxaqueca? Até testamento eu fiz, meu amigo!) Ahm, enxaqueca, acho dfíci. Não tive dor. Só uma dorzinha muito leve. Além do mais, a ressonância deu uma coisa.
Ele pegou, folheou as 7 folhas de imagens sem parecer que estava olhando de verdade. Chegou ao final, olhou pra minha cara e disse.
- Mas aqui não tem nada.
- (minha mãe já se adiantando) Tem um angioma!!! Um angioma venoso!!! O Dr. Google disse, é um tumor!
E com toda a paciência do mundo, o Dr. de Verdade explicou que angiomas venosos são comuns e não oferecem risco algum. É apenas uma veia que em vez de sair reta, por exemplo, fez uma curva - mas que funciona perfeitamente. Algumas pessoas tem um na têmpora - e fica bem visível - outras no cérebro... Normal. Diferentemente do angioma ARTERIOVENOSO que, aí sim, era um tumor perigoso, de remoção complicadíssima. Disse que era uma discussão eterna nos congressos de medicina colocar ou não no laudo da Ressonância a presença de angiomas venosos, visto que frequentemente eles causavam esse tipo de mal entendido entre leigos e Dr. Google ainda fazia a festa.
- O que você tem é enxaqueca, minha filha. Só que você só teve a aura por enquanto. Aura é o conjunto de sintomas que precedem a enxaqueca e pode ser qualquer coisa: de tremor no braço até você sentir cheiros que não existem. Para cada pessoa funciona de um jeito.
Todos respiraram aliviados. E eu só conseguia pensar no fato de que Dr. Google tinha feito minha família gastar 600 reais no médico do governador pra diagnosticar uma enxaqueca na itegirl. Ele martelou minhas articulações, mandou eu olhar pra luzinha, fez o exame do Dr. Chapatín completo e, de volta à mesa, perguntou:
- Você passou por problemas recentemente, anda estressada, tem um namorado? Como é que tão as coisas com ele?
Afundei na cadeira. Pelo menos o Dr. Google não me fazia perguntas constrangedoras na frente dos meus pais. O namoro tinha acabado e eu não falava sobre o assunto em casa. Ia falar com o médico do governador? Ele, então, começou a divagar.
- Sabe, é muito difícil ser jovem hoje em dia. Na minha época a gente fazia sexo com a menina e ficava morrendo de medo de que aquilo gerasse vida, ou seja, de engravidar ela, de ter um filho inesperado. Hoje em dia a juventude faz sexo com medo de morrer. De pegar doenças horríveis. Já imaginou, uma coisa tão boa e bonita como sexo vir carregada de pavor? São tempos difíceis, eu sei. Jovens muito pressionados. Veja a Dilma, por exemplo. O povo acha que a Dilma é o Lula. E não é! Isso vai dar confusão. Esse país vai se lascar. Tenho mais de 70 anos de vida, já vi de tudo... [continua forever]
“Então é isso”, pensei. “Acabou. Estou morrendo.”
Prescrição: um Rivotril antes de dormir, não vote na Dilma e não fique com medo de transar.
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ite girl não é popular com os meninos

5 de jan de 2012

NA NIGHT

- Gata, vem pra casa comigo.
- Ahm... não.
- Vem, cara, você não vai se arrepender.
- Vou ter que correr esse risco... Mas não.
- Tá com medo de se apaixonar?
- Ha ha.
- Te garanto que vai ser incrível!
- Sério, lindinho, obrigada, mas não rola.
- Você gosta de café-da-manhã na cama?
- Adoro!
- Então vem porque amanhã você vai tomar o melhor café-da-manhã da sua vida!
- Não diga!
- Vou levar pra você, te tratar como rainha! Lá em casa tem um queijo brie-
- Eu não posso comer isso.
- Um pão quent-
- Não posso comer isso também.
- Café com can-?
- Na-ahm.
- Nescau?
- Nope.
- Tá de sacanagem, né?
- Não, é que eu não como nem glúten nem laticínio.
- Ok, o que você come de manhã, então? Eu dou um jeito.
- Um suco feito de aipo, couve, chicoria, repolho, salsa, hortelã, cenoura, gengibre e maçã, sendo que o gengibre, a couve e a cenoura precisam ser orgânicos e não pode faltar cenoura em hipótese alguma.

[pausa]

- Beleza, você não quer ir. Acho besteira da sua parte. E o deboche completamente desnecessário.
- Não foi deb-
- Não, beleza. Esquece. Você vai de ônibus ou de táxi?

***
NO WHATSAPP
- Oi ;-)
- Oi :-)
- Tá afim de dar uma volta? Tomar alguma coisa?
- Tô no hospital :/
- Putz
- Uma dor na barriga que não sei o que é... Achei melhor vir, sei lá.
- Saquei. Te chamei prum chopp um dia aí e tu tava doente também, acho que com amigdalite.
- Poxa, é que você tá dando azar... =/
- Não, tranquilo. Vou mudar de estratégia. Na próxima vez te chamo pra tomar uma dose de antibiótico.

***

NO ARMAZÉM NATUREBA QUE TAMBÉM SERVE ALMOÇO NATUREBA
Participação especial: minha mãe.

- Mãe será que esse frango do quilo é orgânico?
- Duvido, eles vendem o frango congelado por uma fortuna, não vão usar aí.

CLONE DO VIN DIESEL SENTADO DO LADO ABORDA.

- Desculpe me meter na conversa, mas o frango não é orgânico não, eu já perguntei.
- (Mãe hipnotizada com o tamanho do braço do cara) É... eles são espertos...
- Eu almoço aqui sempre, é bem comida caseira, curto muito, se fosse orgânico seria perfeito.

[pausa]

-Ei, você não tava aqui com uma lista imensa e comprando um monte de coisa semana passada?
- Tava... tava sim.
- Eu reparei em você, comprando um monte de coisa verde, pensei "Nossa, tão novinha e sabe cozinhar essas coisas todas, quero casar com uma mulher assim". Aí tava esperando uma oportunidade pra entrar aqui no assunto.
- Ha ha. Mas eu to aprendendo ainda, cozinho pouco, virei natureba outro dia.
- Legal, legal, virou por algum motivo específico?
- Doenças. Muitas.
- Ah, para. Linda desse jeito?
- He. He.
[Minha mãe começa a pensar nos enfeites de mesa do nosso casamento]
- Mas que tipo de doenças, me fala.
- Quanto tempo você tem?
- Uma eu já adivinhei. Ser charmosa demais.
- He. He. Uhm. Mas não. Rinite. Gastrite.
- Uhm.
- Asma, enxaqueca...
- Caramba. Eu tenho rinite também e sou alérgico a corante vermelho. Já entrei em choque anafilático e o caramba.
- Nossa! Eu sou alérgica a antiinflamatório, mas nunca cheguei a entrar em choque não.
[Minha mãe começa a imaginar os netos alérgicos]
- Seu prato tá show de bola.
- É, eu cortei glúten e laticínio por causa das minhas alergias, você que tem rinite também devia moderar consumo.
- Eu reduzo, mas é foda, eu treino, preciso de carboidrato.
- Imagino.
- Sogrinha, posso pegar o telefone dela?
[Minha mãe acha que pode morrer em paz] - Pooooooode.
- Onde você mora, linda?
- Flamengo.
- Eu também. Eu corro todo dia na Praia. Vem comigo um dia.
- O máximo que eu vou conseguir é mancar atrás de você, porque eu também tenho tendinite no tornozelo e fascite plantar nos dois pés...
- MAS MEU DEUS, você é aquela música do Zé Meningite! [começa a cantar com a voz do Netinho e toca cavaquinho imaginário]
-

Stupid! Son of** motherfu... ASSHOLE!


 Outras desventuras AQUI.
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Chicória, agrião, cebola, cenoura, linhaça, azeite...

3 de jan de 2012

True story. Daqui.
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